
As cidades de Quixadá e Quixeramobim juntas devem movimentar quase R$ 4 bilhões em potencial de consumo ao longo de 2026, segundo dados da nova edição do IPC Maps. O levantamento mostra que Quixadá possui potencial estimado em R$ 1,98 bilhão, enquanto Quixeramobim aparece com R$ 1,8 bilhão.
Somadas, as duas cidades do Sertão Central alcançam aproximadamente R$ 3,78 bilhões em capacidade de consumo de bens e serviços.
Os números colocam Quixadá na 16ª posição entre os maiores mercados consumidores do Ceará, enquanto Quixeramobim ocupa a 19ª colocação estadual.
O estudo aponta que 34 municípios cearenses ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão em potencial de consumo para 2026.
34 cidades com maior potencial de consumo no Ceará em 2026
Segundo dados do IPC Maps, os municípios abaixo ultrapassam a marca de R$ 1 bilhão em potencial de consumo.
- 1ºFortalezaR$ 91,5 bilhões
- 2ºCaucaiaR$ 10,3 bilhões
- 3ºJuazeiro do NorteR$ 8,4 bilhões
- 4ºMaracanaúR$ 6,6 bilhões
- 5ºSobralR$ 5,9 bilhões
- 6ºCratoR$ 3,7 bilhões
- 7ºIguatuR$ 2,9 bilhões
- 8ºEusébioR$ 2,6 bilhões
- 9ºItapipocaR$ 2,6 bilhões
- 10ºMaranguapeR$ 2,6 bilhões
- 11ºPacatubaR$ 2,2 bilhões
- 12ºHorizonteR$ 2,1 bilhões
- 13ºRussasR$ 2,1 bilhões
- 14ºBarbalhaR$ 2,0 bilhões
- 15ºAquirazR$ 2,0 bilhões
- 16ºQuixadáR$ 1,98 bilhão
- 17ºItaitingaR$ 1,9 bilhão
- 18ºCrateúsR$ 1,8 bilhão
- 19ºQuixeramobimR$ 1,8 bilhão
- 20ºPacajusR$ 1,8 bilhão
- 21ºTianguáR$ 1,8 bilhão
- 22ºAracatiR$ 1,8 bilhão
- 23ºLimoeiro do NorteR$ 1,7 bilhão
- 24ºCascavelR$ 1,7 bilhão
- 25ºCanindéR$ 1,6 bilhão
- 26ºMorada NovaR$ 1,4 bilhão
- 27ºTauáR$ 1,3 bilhão
- 28ºSão Gonçalo do AmaranteR$ 1,3 bilhão
- 29ºBrejo SantoR$ 1,3 bilhão
- 30ºCamocimR$ 1,3 bilhão
- 31ºIcóR$ 1,2 bilhão
- 32ºAcaraúR$ 1,2 bilhão
- 33ºTrairiR$ 1,0 bilhão
- 34ºBeberibeR$ 1,0 bilhão
No ranking estadual, Fortaleza lidera com R$ 91,5 bilhões, seguida por Caucaia, com R$ 10,3 bilhões, e Juazeiro do Norte, com R$ 8,4 bilhões.
Segundo o IPC Maps, o indicador mede a capacidade estimada da população para gastar em bens e serviços.
O cálculo considera fatores como renda das famílias, massa salarial, emprego formal, arrecadação de impostos, população e movimentação do varejo local.
Os dados são utilizados principalmente por empresas e investidores para decisões relacionadas à abertura de lojas, expansão de negócios e análise de mercado.
Entre os segmentos econômicos com maior potencial de consumo no Ceará aparecem habitação, alimentação no domicílio e veículo próprio.
O levantamento também aponta que o Ceará poderá movimentar até R$ 236 bilhões em consumo de bens e serviços em 2026.